O que mudou
A plataforma se chamava Twitter.now e agora se chama Tweet. O endereço antigo redireciona para tweet.app. A marca usa o wordmark tweet em caixa baixa, um pássaro branco sobre azul e a assinatura A new public square. No topo e no rodapé do site, um aviso repete que a empresa não tem ligação com a X Corp.
Para quem já tinha entrado, segundo o release, só muda o nome: handles, número de fundador e assinatura continuam os mesmos.
A decisão
O juiz-chefe Colm F. Connolly, do tribunal distrital de Delaware, atendeu em parte o pedido de liminar da X Corp. A proibição vale para o nome Twitter (oito marcas ligadas a ele, segundo a TechCrunch). Para a palavra Tweet e o logo do pássaro, o pedido foi negado: o tribunal considerou provável que a Operation Bluebird consiga provar que a X deixou de usar essas marcas e não pretende voltar a usá-las.
A decisão não é final. O caso segue para julgamento, a empresa diz que vai cumprir a ordem sobre o nome Twitter e que continua disputando a marca. Em dezembro de 2025, ela já tinha pedido o registro de TWEET no escritório de marcas dos Estados Unidos, e mantém uma ação de cancelamento no órgão que julga recursos de registro. A X Corp. não se manifestou nas fontes consultadas.
Por que Tweet
A explicação no site é que tweet foi a palavra que sobreviveu: três anos depois do rebrand para X, as pessoas continuam dizendo tweet. “A tweet was never a corporation”, escreveu Stephen Coates em comunicado citado pela TechCrunch.
Quem está por trás
Stephen Coates é presidente e diretor jurídico da Operation Bluebird e foi advogado de marcas no Twitter. O fundador é Michael Peroff, baseado em Illinois. Nenhuma das fontes credita estúdio ou designer pela identidade nova.
Selos e produto
O acesso antecipado é pago e dividido em três níveis, cada um com um selo ilustrado no perfil: Founder (US$ 20), Fighter (US$ 40) e Centurion (US$ 100). Todos usam o pássaro como personagem.



A promessa central é o VERA, um sistema que mostra a fonte e o contexto de cada afirmação e deixa o usuário escolher um limite de confiança para o que aparece no feed. O próprio site avisa que isso ainda não está no ar: por enquanto, o membro garante o handle e o número.


